Capítulo I.
Todos os intervenientes desportivos neste
Torneio estarão sob alçada deste regulamento pressupondo de antemão que anuem
ao mesmo após a sua leitura e efetuada a inscrição da sua equipa. O mesmo não
impedirá que para além do procedimento disciplinar não estejam sujeitos a
procedimento judicial se a Organização e o Comité Disciplinar assim o
entenderem.
Capítulo II.
– ASPECTOS GERAIS
art.1º.
Este Torneio de Futsal chama-se
Torneio Cordinha 2014 e será uma organização de um grupo de Amigos do Futsal da
Cordinha.
art.2º.
As inscrições serão de 50 €
(cinquenta euros) por equipa e permite a inscrição até a um limite de Dez
Jogadores. Cada equipa deixará uma Caução de 50 € (cinquenta euros) que será
devolvida no final do torneio caso a equipa não tenha sofrido quaisquer sanções
disciplinares graves ou falta de comparência.
art.3º.
Por cada atleta a mais (dos dez
inicialmente previstos) que inscrever pagará 10 €.
art.4º.
Cada equipa terá que possuir
cinco jogadores no mínimo inscritos à altura do sorteio, e oito jogadores no início
do Torneio, não existindo cotas máximas de inscrições por equipa.
art.5º.
As inscrições serão efetuadas
através de impresso próprio fornecido pela Organização.
art.6º.
Cada Equipa terá de possuir
inscritos à altura do sorteio 1 Treinador ou 1 delegado.
§1º Os cargos de diretor e delegado poderão ser acumulados
§2º A Inscrição de cada Delegado, Diretor, ou Treinador está incluída na
inscrição da equipa.
§3º As equipas poderão sempre que achar por conveniente inscrever ou
substituir os delegados e treinadores desde que o façam com a antecedência de
48 horas.
§4º Nenhuma equipa poderá substituir o Diretor (Responsável) da equipa.
art.7º.
Uma equipa não poderá realizar
qualquer jogo se não possuir no banco um delegado ou um diretor.
art.8º.
Os Jogadores das equipas serão obrigadas a possuir consigo e a apresentar
a Identificação sempre que solicitado (BI , CC, ou Carta de condução).
§1º
As equipas depois de equipadas poderão sair para a zona de aquecimentos (que
será delimitada junto aos balneários ).
§2º
As equipas só poderão entrar dentro do recinto de jogo após a saída das
que então tiverem acabado o jogo.
art.9º.
As equipas só possuirão entrada gratuita nos dias em que jogam.
Capítulo III.
Seguro de Acidentes
art.1º.
As equipas serão responsáveis
pela integridade física dos seus atletas, não se responsabilizando a Organização
por quaisquer danos físicos ou morais causados aos atletas durante o decorrer
do Torneio, pelo facto de não possuir qualquer tipo de seguro para o efeito.
§1º Caberá por isso às equipas no caso de o pretenderem, envidar esforços
nesse sentido junto de uma companhia de seguro.
Capítulo IV.
Esquema do Torneio
art.1º.
Disputar-se-ão três jogos por noite no máximo, com início às 21.00, jogos que serão divididos em duas partes de 20 minutos corridos, e um
intervalo de dez minutos.
§1º - Na fase final os jogos terão 20 minutos cronometrados, com o tempo a parar sempre que a bola não esteja jogável.
art.2º.
A tolerância para o início de qualquer jogo será de dez minutos, findo
os quais se dará por concluído o mesmo sendo marcada uma falta de comparência à
equipa faltosa. À equipa adversária ser-lhe-á atribuída a respetiva vitória
por um resultado de 5-0.
§1º
Caso uma equipa faça uma falta de comparência perde direito à caução.
§2º
Uma equipa que tiver duas faltas de comparência será excluída do Torneio.
Capítulo V.
Taças e Troféus
art.1º.
Haverá prémios para todas as equipas participantes, e troféus para o
melhor marcador, melhor jogador, e melhor guarda-redes.
a)
1º - Taça
b)
2º - Taça
c)
3º - Taça
d)
4º - Taça
e)
Disciplina – Taça
f)
5º,6º,7º,8º,9º,10º…. - prémios de participação
art.2º.
Para a eleição do melhor jogador e melhor guarda-redes, será feita uma
votação por dois elementos da organização, por dois árbitros do torneio, e por dois elementos da mesa.
art.3º.
A organização fará a escolha dos nomeados aos troféus
referidos no art. 2º do Capítulo V..
art.4º.
O prémio “O melhor marcador" regula-se pelas seguintes parágrafos:
§1º
O melhor marcador será o jogador que marcar mais golos, durante o
Torneio;
§2º
Em caso de empate ganhará e troféu o jogador da equipa pior classificada;
§3º
Caso ainda subsista a igualdade ganhará o jogador mais jovem.
art.5º.
Haverá uma taça de Disciplina.
Capítulo VI.
– PONTUAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO
art.1º.
Este Torneio é disputado em duas fases: Primeira Fase, e Fase Final.
art.2º.
Na 1ª fase as equipas são divididas em Grupos. As equipas de
cada Grupo jogarão entre si, para o apuramento dos vários lugares da tabela
classificativa.
art.3º.
Para a Fase Final ficarão apurados as 4 primeiras classificadas de cada Grupo,
que jogarão depois entre si em partidas a eliminar
art.4º.
Por cada vitória serão atribuídos três pontos, empate um ponto, derrota
zero pontos e falta de comparência (-3 pontos).
§1º
Em caso de falta de comparência
será atribuída à equipa adversária o resultado de 5-0.
art.5º.
Se uma equipa tiver atitudes antidesportivas, poderá ser penalizada com
uma derrota de 5-0, independentemente do resultado que se tiver verificado no final
do jogo.
§1º
Se a exclusão se efetuar, antes dessa equipa ter realizado quatro jogos,
todos os resultados serão anulados.
§2º
Se a exclusão se efetuar, depois dessa equipa ter realizado quatro
jogos, manter-se-ão os resultados e às restantes equipas que iria defrontar,
ser-lhe-ão averbadas vitórias, com o resultado 5-0.
§3º
Os golos para atribuição dos
melhores marcadores e do melhor guarda-redes manter-se-ão em qualquer
circunstância, mesmo que haja a desistência referida.
art.6º.
Em caso de igualdade pontual entre duas ou mais equipas, ter-se-á
prioritariamente em conta os seguintes critérios de desempate:
§1º
Maior número de pontos averbados nos jogos disputados entre si.
§2º
Resultado do jogo entre as equipas em causa.
§3º
Diferença entre o número de golos marcados e sofridos.
§4º
Equipa com mais golos marcados.
Capítulo VII.
DISCIPLINA
art.1º.
Durante o Torneio existirá um Departamento Disciplinar que
analisará todos os processos disciplinares referentes ao Torneio.
§1º Todas as equipas respondem perante o Departamento de
Disciplina do Torneio sobre a sua conduta dentro e fora do recinto de jogos
durante a prova.
§2º O Diretor de Equipa, ou delegados, serão responsáveis perante a
Organização do comportamento dos seus atletas e dirigentes, a quem será
comunicado os castigos e sanções atribuídos aos atletas, dirigentes e à própria
equipa.
§3º O Diretor, ou delegado serão os únicos elementos que poderão interpor
recurso das decisões tomadas pelo Departamento de
Disciplina, fazendo-o em papel A4 liso, e acompanhado de 25 €.
§4º Caso uma equipa se sinta lesada e pretenda reclamar junto do Departamento de Disciplina, deverá dar conhecimento à mesa da sua intenção através do
seu delegado no banco, ou na sua ausência, o Diretor, ou ainda o seu Capitão
de Equipa, imediatamente, e após o final do jogo em causa, ficando tal intenção
registada na ficha de jogo.
a)
Após ter mencionado a sua
pretensão o Diretor, ou delegado de equipa terá de redigir um relatório por escrito
ao Comité de Disciplina durante as 24 horas seguintes, acompanhado de 25 €.
§5º A importância monetária referentes aos §3º e §4º do art. 1º deste capítulo serão devolvidos caso os processos sejam deferidos.
art.2º.
Um jogador pode ser admoestado com o cartão amarelo ou
vermelho.
art.3º.
Um jogador que veja dois cartões amarelos durante um jogo
será imediatamente expulso, abandonando o campo de jogo e banco dos
responsáveis, podendo ser substituído dois minutos após a expulsão, por outro
jogador, ou quando a sua equipa sofra um golo.
§1º
Só se poderá substituir o jogador após ter sofrido o golo desde
que a sua equipa esteja em inferioridade numérica.
§2º
Os art. 2º e 3º deste capítulo são extensivos a todo o
corpo técnico e responsáveis intervenientes na partida não se aplicando a regra
de substituição aos corpos técnicos.
art.4º.
Os cartões amarelos não acumulam ao longo das jornadas.
art.5º.
Um jogador que veja um cartão vermelho durante um jogo por
acumulação de amarelos é castigado com um jogo de suspensão.
art.6º.
Um jogador que veja um cartão vermelho direto sofrerá uma
sanção disciplinar que varia entre dois a 5 jogos, dependendo da gravidade da
falta cometida ou indisciplina praticada, e a sua equipa poderá incorrer numa
multa que poderá ir dos 10 aos 50 € em caso de atos graves.
§1º
O art. 6º deste capítulo é extensivo a todo o banco.
§2º
Qualquer equipa que faça alinhar um jogador castigado, será
penalizado com as consequências do art. 6º deste capítulo
art.7º.
Uma equipa que apresente um comportamento grave de indisciplina
ou violência sofre um processo disciplinar e poderá ser excluída do torneio.
art.8º.
A Taça Disciplinar terá uma classificação por pontos:
§1º
Cada cartão amarelo (1 ponto).
§2º
Um cartão vermelho por acumulação de amarelos (2).
§3º
Cartão vermelho direto 5 pontos.
§4º
Os elementos do banco estão sujeitos aos cartões amarelos e
vermelhos, penalizando para a Taça Disciplina.
§5º
Vence a Taça a equipa que obtiver menos pontos.
a)
Em caso de empate vence a equipa que estiver a lutar pelo
melhor lugar.
Capítulo VIII.
Dos jogos
Ponto Único: Os jogos começam e terminam com o apito do árbitro.
art.1º.
Compete às equipas assegurar a ordem de disciplina dentro e
fora do terreno de jogo antes, durante e depois do desafio realizado, devendo
decorrer num ambiente de correção e lealdade exigidas por todas as
manifestações desportivas.
art.2º.
Dentro das instalações desportivas onde se realiza o
torneio, jogadores, e dirigentes das respetivas equipas ou seus auxiliares
deverão usar da maior correção com a arbitragem e respeito com o público.
art.3º.
Os diretores e delegados das equipas deverão zelar pela
disciplina e a ordem, dentro e fora do recinto de jogo.
art.4º.
Todas as equipas designarão um delegado para comparecer no
jogo devidamente autorizado pela organização.
art.5º.
Durante o jogo o delegado de cada Equipa deverá permanecer
no banco durante o jogo e a sua saída só será justificável por motivos urgentes
relacionados com a natureza do seu cargo ou por circunstâncias de força maior,
e neste caso deverá fazer-se substituir, informando de tal intenção o
cronometrista.
art.6º.
Os Capitães das equipas são os únicos jogadores
qualificados para as representar durante o jogo junto das equipas de
arbitragem.
art.7º.
São direitos dos capitães das equipas:
§1º
Dar instruções aos seus jogadores
§2º
Solicitar do árbitro respeitosamente qualquer
esclarecimento sobre ocorrências do jogo.
art.8º.
São deveres dos Capitães das equipas:
§1º
Respeitar e fazer respeitar as determinações dos árbitros.
§2º
Observar e fazer observar as normas de lealdade e correção
para com os adversários.
§3º
Procurar sanar prontamente quaisquer divergências ou
conflitos provocados pelos seus companheiros, ou em que estes sejam
intervenientes perante a equipa de arbitragem, adversários ou público.
art.9º.
Todos os intervenientes no jogo deverão estar bem
assinalados de modo a que equipa de arbitragem e público os possam distinguir.
§1º
Os equipamentos terão de ser diferentes na cor, dos da
equipa adversária. Ambos terão de ser diferentes dos da equipa de arbitragem.
a)
Em caso de igualdade vestirá coletes a equipa visitante, no sorteio do calendário.
§2º
Todos os equipamentos terão de ser numerados com número
visível nas costas, entre 1 e 99, respeitando-se o regulamento da F.P.F.
§3º
Todos os jogadores terão de usar obrigatoriamente
caneleiras, sem as quais estarão impedidos de jogar.
§4º
A bola será definida pela Organização, e só essa poderá ser
utilizada na competição.
§5º
Os delegados, Diretores, e Treinadores terão de estar
identificados com a braçadeira respetiva no braço esquerdo de modo bem visível
pela equipa de arbitragem.
art.10º.
Durante o tempo regulamentar só poderão estar e permanecer
na zona do campo destinada aos jogos, o delegado da equipa ou o diretor, o
treinador e jogadores suplentes ( até 7 ) quando equipados.
§1º
Só o Treinador ou o delegado na falta do primeiro estarão
habilitados a dar instruções aos jogadores no campo de jogo. Todos os restantes
deverão permanecer calados e devidamente sentados no banco.
§2º
Só um elemento de cada banco poderá permanecer levantado.
art.11º.
Só é permitida a entrada nos vestiários das duas equipas ao
pessoal dirigente do torneio ou auxiliar e Treinadores, delegados e Diretores
das respetivas equipas.
art.12º.
Nos vestiários da equipa de arbitragem apenas é permitida a
entrada dos árbitros e elementos da organização.
art.13º.
Dentro do retângulo o Árbitro é a autoridade desportiva
suprema durante a realização do jogo, devendo tanto os jogadores como o corpo
técnico das equipas, acatar as suas decisões sem discussão ou protesto.
art.14º.
No jogo a autoridade do árbitro começa no momento da sua
entrada para os vestiários mantendo-se até à sua saída, para outro jogo ou no
final da jornada da noite se nos referenciarmos ao último jogo da noite.
art.15º.
Independentemente das instruções transmitidas pela
organização o árbitro do jogo deverá:
§1º
Iniciar o jogo à hora marcada, salvo caso de força maior,
tendo em vista que o interesse comum é a realização do jogo e providenciar para
que o intervalo entre os momentos em que se assinala o fim da primeira parte e
o início da segunda não exceda os cinco minutos.
§2º
Mencionar no boletim de jogo todos os incidentes ocorridos
antes, durante ou após o jogo, bem como os factos que motivando advertência ou
expulsão de jogadores e corpo técnico constituem fundamento para aplicação de
sanções disciplinares descrevendo-os com clareza, simplicidade, objetividade e
sem comentários inúteis, de forma a representar fielmente a ocorrência.
§3º
Impedir que entrem no terreno de jogo pessoas que por si
não estejam autorizadas.
§4º
Entregar à organização o boletim de jogo imediatamente após
o seu termo. Se depois de preenchido e assinado o boletim, ocorrerem factos de
natureza anormal, deverá o árbitro fazer constar de um relatório complementar,
que entregará à Organização no prazo de vinte e quatro horas.
art.16º.
O árbitro principal colocar-se-á do lado dos bancos.
§1º
A última decisão será sempre do árbitro principal.
Capítulo IX.
Omissões
art.1º.
Todos os casos omissos neste Regulamento, serão julgados
pelo Departamento de Disciplina, tendo como princípios orientadores o
Regulamento Disciplinar da Associação Futebol de Coimbra, Regulamento de Provas
Oficiais da Federação Portuguesa de Futebol, Leis Gerais e regulamentos de jogo
do Futsal.
Ervedal da Beira, 01
de Maio de 2014
A Organização
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